Gravia apoia ONG Salve a Si

29/01/2014

Adeilson Mota Carvalho

A Gravia tornou-se colaboradora da ONG Salve a Si, instituição dedicada ao tratamento de dependentes de álcool e outras drogas, localizada na zona rural de Cidade Ocidental, em Goiás, a 50 km de Brasília. O apoio consiste na doação de todos os materiais necessários para a construção de um galpão de 200 metros quadrados, que será utilizado como marcenaria-escola. Impressionante é que, a menos de um ano, o idealizador e coordenador desse projeto, o marceneiro Adeilson Mota Carvalho, vivia drogado nas ruas de Brasília.

Herói de rua

Adeilson em agosto de 2013O caso aconteceu em agosto de 2013 e foi noticiado em todo o Brasil. Em Brasília, pais desesperados pelo desaparecimento do filho decidiram espalhar cartazes com a foto do rapaz por diversos cantos da cidade. Um morador de rua chamado Adeilson Mota Carvalho desconfiou que havia um jovem vivendo sob árvores próximas à antiga rodoferroviária da capital federal, entorpecido pelo crack, muito parecido com o estudante desaparecido Felipe Dourado, de 22 anos. Adeilson, que também era dependente químico, procurou a polícia para revelar sua descoberta e recomendou que a família fosse chamada para evitar que o jovem fugisse novamente. O caso foi encerrado com o filho retornando ao lar e sendo encaminhado para tratamento. A família, agradecida, ofereceu 5 mil reais para o herói responsável pelo final feliz. Adeilson aceitou ser recompensado mas, em lugar do dinheiro, pediu para ser internado em um centro de tratamento.

Hoje prestes a encerrar seu período de internação no centro terapêutico Salve a Si, Adeilson é um exemplo contundente da real possibilidade de libertação das drogas. Mais ainda pelo fato desse paraense de Redenção ter abraçado o trabalho voluntário, dedicando-se a ensinar o ofício da marcenaria para os demais internos da instituição. Plenamente identificado com a missão acolhedora e transformadora do Salve a Si, Adeilson sugeriu aos dirigentes da ONG que construíssem uma marcenaria bem equipada, adequada para o ensino do ofício profissional e ao mesmo tempo geradora de recursos para a instituição. A ideia foi bem aceita pelos dirigentes da instituição, que passaram a buscar o apoio da imprensa, de pessoas e empresas dispostas a ajudar.

Depois de conhecer a história de vida e o trabalho sério desenvolvido pelo fundador do Salve a Si, José Henrique, bem como o exemplo de coragem, determinação e seriedade do marceneiro Adeilson, a Gravia decidiu colaborar, doando todo o material necessário para a construção do galpão da marcenaria.

A expectativa é de que a marcenaria-escola esteja em pleno funcionamento dentro de 90 dias. Que esta iniciativa do Adeilson e a dedicação de todos no Salve a Si continue frutificando e, cada vez mais, transformando vidas.

Vale a pena saber mais

Para que mais pessoas conheçam o trabalho desenvolvido pelo Salve a Si, reunimos reportagens publicadas pelo jornal Correio Braziliense, portal G1 e também pela TV Globo Brasília, que contam, além do caso Adeilson, a história de luta e superação de José Henrique França, fundador da ONG Salve a Si.

Vídeos

Bom Dia DF - Ex-morador de rua se recupera do vício nas drogas
Jornal Nacional - Ex-viciado abre mão de recompensa em dinheiro para se livrar do crack
DFTV 1ª Edição - Morador de rua ganha nova chance na vida

G1

G1 - Morador de rua do DF que encontrou jovem completa 3 meses em clínica
G1 - Morador de rua do DF que encontrou jovem vai para clínica de reabilitação
G1 - Morador de rua acha estudante que sumiu após aula em faculdade do DF

Correio Braziliense

22 de setembro de 2013
23 de setembro de 2013
Capa - 02 de janeiro de 2014
Matéria - 02 de janeiro de 2014

Quer colaborar com a ONG Salve a SI?

Existem inúmeras maneiras de colaborar com a Salve a Si, seja por meio de doações de diversos itens (veículos, máquinas, alimentos, móveis, medicamentos etc), por depósito na conta da Entidade (Banco do Brasil AG: 24214-9 CC: 14.875-X), ou então sendo profissional das áreas que abrangem o serviço por nós oferecido, vindo atuar com voluntário.

Para maiores informações, ligue (61) 9997-5010.